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    Sala da Enfermaria

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    SE.RA.PH.
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    Sala da Enfermaria

    Mensagem por SE.RA.PH. em Dom Fev 14, 2016 9:30 pm

    Relembrando a primeira mensagem :

    Aqui é a sala onde você pode ser atendido pela enfermeira da Universidade, ela pode curar Servos sem nenhum custo, mas para curar Mestres é necessário doar uma certa quantia para o manuseio dos remédios.

    Na sala também possuem 3 camas no caso de que alguém esteja debilitado ou até mesmo muito cansado.

    Rotas:

    >>Interior da Universidade - Visão Geral


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Hannabel Galloway em Qua Fev 22, 2017 8:02 pm


    Butterfly.

    " Don’t say anything, not even a word. "

    If I let go of your hand, you’ll fly away and break.

    Ainda levemente adormecida, o cenho de Hannabel franzia-se, e a respiração antes tranquila agora se tornava levemente ofegante e errática. O corpo agitou-se, e por fim, o braço se esticou, agarrando com força a primeira coisa que sentira por perto : o pulso de Primrose. Era um aperto forte, como se precisasse daquilo para se manter ali no chão, e por final, sentou-se de supetão na maca, os olhos arregalados e uma sensação estranha percorrendo cada centímetro e célula do pequeno e esguio corpo. Agitou-se, olhando para o chão com uma expressão de duvida. Aquilo havia sido real? Ou era apenas um sonho ruim? Aliás, chegava mesmo a ser um sonho ruim? Esfregou os olhos, pousando a mão que não mantinha o aperto até agora inconsciente no pulso da outra garota sobre o colo, observando com curiosidade a marca ali, alheia da conversa, alheia de qualquer coisa que não fosse o sonho que tivera e as questões sobre ele. Era real? Era só sua imaginação? Independente disso, quem era ele? Eram muitas perguntas e palavras para a cabecinha da pequena moça processar de uma vez. Por fim, suspirou, encarando a loura ao próprio lado como se pedisse ajuda. 






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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Sakura Matou em Qua Fev 22, 2017 8:10 pm

    Sakura olhava as duas com dúvida e se perguntava em o que poderia fazer.

    "Ahh... ahh... espera... o que eu faço? Talvez rodar uma lista para comparar os sintomas com de outros tipos de doenças contagiosas? Ou talvez alertar o conselho estudantil que pode ser uma epidemia?"

    Sakura estava claramente em dúvida. Porque isso estava acontecendo de tal maneira? Nunca tinha visto algo assim ocorrer.

    "E-eu... não sei o que fazer para ajudar vocês duas. Eu fiquei esse tempo todo pensando em alguma solução, mas nada me vem na cabeça. Ao menos eu posso fazer isso."

    Ela então deu para as duas um copo com água e comprimidos para dores. Além disso ela pegou álcool, algodão e gaze para colocar no local em que tinha aparecido a marca.

    "Acho que isso é o máximo que conseguirei ajudar vocês. Se vocês puderem aguentar até o fim do quarto período vocês já poderão ir para casa."

    Sim, hoje era sábado logo todos sairiam mais cedo da escola.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Primrose Galloway em Qua Fev 22, 2017 8:36 pm

    Estava começando a relaxar, até o momento que seu pulso fora agarrado com força pela pequena que deitava-se ali do lado. Encarava-a com curiosidade e preocupação, notando que sua respiração começava a tornar-se irregular, logo mais seguida de um suspiro e um olhar como se pedisse ajuda. Não sabia como ajudar. Apenas levantou-se, sentou-se ao lado dela e lhe deu um pequeno abraço, como uma forma de consolo, sem saber o que falar. E então notou que a garota tinha a mesma marca, no mesmo lugar, mas com alguns detalhes diferentes. Continuava cada vez mais intrigada com tudo que estava acontecendo.

    Em seguida encarou a enfermeira, que havia voltado mais confusa do que ela mesma, e a encarou com uma certa dúvida. Por algum motivo, não achava que aquilo poderia ser uma epidemia. Afinal, qual epidemia faria uma marca - quase tatuagem - aparecer nas mãos dos alunos? Apenas aceitou o copo de água, tomando o remédio quase de imediato, esperando que resolvesse alguma coisa. 

    Obrigada. — agradeceu, seguidamente olhando novamente para a garota ali na maca, como se estivesse pronta para ajudar em qualquer coisa. — ... Não cheguei a ouvir teu nome, nem me apresentei. Meu nome é Primrose Galloway, mas pode me chamar de Prim. — e sorriu, tentando amenizar a situação.


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Hannabel Galloway em Qua Fev 22, 2017 8:54 pm


    Butterfly.

    " Don’t say anything, not even a word. "

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    Timidamente, a pequena Hannabel surpreendeu-se quando não foi rejeitada, ou destratada: pelo contrário, havia recebido um abraço de consolo, e por isso, o corpinho da garota ficava cada vez com menos 'sequelas' do sonho, e agora voltava a relaxar, embora a sensação de questionamento e duvida ainda estivesse ali e bem presente, como se marcada com ferro quente na cabeça da pequena, fazendo com que o coração acelerasse toda vez que pensava sobre. Permanecia em silêncio enquanto tomava o comprimido, se aninhando mais aos braços da loura, até ouvir a voz da mesma e direcionar os grandes olhos azuis até as orbes avermelhadas e bonitas da moça: pareciam dois rubis, e brilhavam como fogo. 


    — H-Hannabel... Galloway... — Se apresentou, a cara surpresa e inclinando a cabeça por a moça ter o mesmo sobrenome que ela. 






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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Primrose Galloway em Qua Fev 22, 2017 9:27 pm

    Ajeitava-se para acomodar a pequena Hannabel em seus braços, sentindo-se mais calma com ela ali. Entretanto, arqueou uma das sobrancelhas ao ouvir o sobrenome da garota, sendo o mesmo que o seu.  Sorriu, soltando um pequeno suspiro, e deu uma pequena risada. 

    Acho que temos algum nível de parentesco, apesar de provavelmente ser beeeem distante. — comentou, agora fazendo um leve carinho na cabeça da mesma. Encarava-a, notando as feições e os traços delicados, e os olhos azuis que lembravam água. — Aliás, seus olhos são muito lindos. — Tentava puxar assunto, para tentar fazê-la esquecer do que quer que estivesse a incomodando, e para si mesma, para tentar relaxar e tirar da cabeça aquela marca estranha.


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Hannabel Galloway em Qua Fev 22, 2017 9:33 pm

    Um grande sorriso se abriu nos lábios da garota quando ouviu as palavras da menina. Os dedinhos de guiaram para as costas da moça, delicadamente se deslizando ali, a acarinhando com cuidado. — Devemos ter. Mas... Eu não me lembro de você... — Falou baixinho, percebendo finalmente o quão confusa estava de fato. Inclinou a cabeça e riu baixo, apontando para o rosto de Prim — Os seus parecem jóias vermelhas. São bonitos. Como se fossem rubis de fogo. — Elogiou baixinho. 


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Primrose Galloway em Qua Fev 22, 2017 9:47 pm

    Fechava os olhos, recebendo o carinho nas costas. Começava a ficar mais tranquila, talvez por Hannabel aparentar ter um ar mais calmo em volta dela, apertando um pouco mais o abraço. — Eu também não lembro, e acho que não esqueceria de alguém tão bonitinha assim. — terminou a frase rindo, um pouco corada. Achava a garota extremamente fofa. 

    Ao ouvir o comentário sobre os olhos serem parecidos com rubis de fogo, seu sorriso ficou ainda maior. — ... Por algum motivo, fogo sempre foi uma coisa extremamente linda para mim. — comentou, agora passando as mãos pelos cabelos da garota, e a encarando profundamente. — Mas se meus olhos são rubis de fogo, os seus devem ser safiras de águas. O sangue da família deve ter algum tipo de genética embutida para que os membros tenham olhos de joias. — elogiou de volta, com uma expressão gentil no rosto.


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Hannabel Galloway em Qua Fev 22, 2017 9:54 pm

    Uma risada suave escapou dos lábios da garota, enquanto concordava com a cabeça para cada comentário que a maior fazia. Com certeza se lembraria da moça se a tivesse visto antes, visto ela ser tão bonita. Talvez fosse de família? O sorriso se alargou mais enquanto olhava com calma e tranquilidade, brincando com uma mecha dos cabelos da loura, enrolando-a no dedo delicadamente e soltando, relaxando com o carinho; — Deve ser genética de família mesmo. Agora só falta uma pedra de ar, e uma de terra. Será que encontramos? — Perguntou com uma risada, já deixando de lado a sensação incômoda no peito. — Por que veio para cá? Se sente mal?


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Primrose Galloway em Qua Fev 22, 2017 10:07 pm

    Ela ria, com os comentários da pequena que concordavam com os dela, e a sentia brincar com seus cabelos. E então a mesma perguntou sobre o porque dela estar ali, e seu rosto se fechou no exato momento que ouviu a pergunta. — Eu... Hã... — e então a soltou, por alguns segundos, levantando a mão direita e apontando com a esquerda para as costas da mesma, deixando a marca a vista. — Isso aqui apareceu do nada, logo depois de uma visão muito estranha. E tinham três pessoas na sala, e todos nós vimos a mesma coisa, e ficamos com a mesma marca. — e sorria, tentando não apavorar ela.


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Hannabel Galloway em Qua Fev 22, 2017 10:53 pm

    Um minuto de silêncio se passou enquanto os olhos de Hannabel passavam pela marca. Logo depois, com um sorriso sem jeito, ergueu a própria mão, mostrando a marca levemente diferente; — Eu toquei numa maçaneta, e ficou assim. 


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Louise Galloway em Qui Fev 23, 2017 3:00 am

    Caminhava com certa urgência até a enfermaria já que a dor em sua mão pulsava cada vez mais forte a cada segundo que passava. O que era estranho já que em alguns momentos a dor cessava por completo e isso apenas a deixava mais confusa. Quando chegou na enfermaria sua testa estava enrugada em reflexo a dor que sentia, e os lábios pressionados numa tentativa de não abrir a boca para reclamar, já que caso fosse decidido que era coisa de sua cabeça não gostaria e ser vista como louca. A ardência tinha diminuído de intensidade, mas ainda doía o suficiente para que um suspiro entrecortado escapasse. Ao ver que tinha mais gente ali, engoliu em seco e tentou melhorar a expressão para cumprimentar as duas meninas ali. No entanto permanecia segurando a mão esquerda, até mesmo de forma que cobrisse a marca ali presente. Então ela apenas acenou com a cabeça para ambas e seguiu para a terceira maca. Os olhos se fecharam num breve reflexo para se acalmar e assim tentar diminuir a dor, o que em parte funcionou, mas por pouco tempo.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Sakura Matou em Qui Fev 23, 2017 9:50 pm

    Sakura deixava ambas as garotas para conversarem entre si e então atendia a nova face que entrava na Enfermaria. Eram tantas pessoas que passaram por aqui que só servia para confirmar que algo definitivamente estava acontecendo hoje.

    "Boa tarde. Posso te ajudar? Eu sou Sakura Matou, a enfermeira."

    Tentava dar um sorriso que pudesse acalmar os nervos da garota e passar uma ideia de segurança.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Primrose Galloway em Sex Fev 24, 2017 1:43 pm

    Encarava e analisava a marca de Hannabel, estranhando ainda mais o fato dela apenas ter encostado em uma maçaneta para ganhá-la. Aliás, o que aconteceu com ela também foi diferente, afinal estava apenas parada lendo um livro. — Que coisa... esquisita. — comentou, segundos antes da porta da enfermaria abrir-se novamente, abrindo caminho para a ruiva passar e sentar perto delas. A cumprimentou de volta, com um sorriso e um gesto com a cabeça, mas logo voltou-se para a pequenina em seu abraço. 
    E aí lembrou de Jessie. Deu um pequeno pulo, soltando o abraço mas permanecendo perto da garota, pegando o celular no bolso e enviando uma mensagem para a loira. Suspirou. Voltou a envolver seus braços na menina, agora um pouco mais apertado do que antes. Estava um pouco preocupada.


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Louise Galloway em Sex Fev 24, 2017 3:33 pm

    Os olhos focaram na menina que possuía o cabelo da mesma cor que seus olhos, um tom profundo de violeta. Um sorriso nervoso se formou nos lábios da menina, sem saber exatamente como explicar oque havia acontecido. ー Prazer, Sakura. Meu nome é Louise. Eu estou, hm... Como posso explicar? Um incomodo na minha mão esquerda. ー Ela então, com certo receio, soltou a própria mão e a estendeu em direção a enfermeira, os olhos acanhados e as bochechas começando a esquentar.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Sakura Matou em Sex Fev 24, 2017 4:32 pm

    Sakura não entendeu muito bem as palavras da garota sobre algo estranho em sua mão, se levantou de onde estava para ir até a garota. 

    Vamos ver... 

    Assim que a enfermeira pegou na mão da garota, um certo susto aconteceu sobre seus olhos, como se aquilo tivesse a espantado ao ponto de dar nos nervos. Engoliu a saliva e tentou disfarçar com um sorriso bobo, mantendo a calma para as garotas. 

    Sinto muito mas eu não sei como solucionar isso, vocês deveriam falar com um homem chamado Kotomine Kirei.

    Após isso, ela foi para o canto da enfermaria para ficar um pouco sozinha e tomar um pouco água, a tensão sobre seu rosto permanecia.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Louise Galloway em Sex Fev 24, 2017 5:18 pm

    A atitude nervosa e claramente tensa de Sakura só fez com que a ruiva ficasse ainda mais receosa. O que poderia ser aquilo? Era muito grave? O que um homem comum poderia fazer se uma enfermeira não podia fazer muito? Isso assumindo que o tal Kotomine Kirei fosse um homem comum. Engolindo em seco, ela tentou mostrar seu melhor sorriso para a menina, tentando tranquiliza-la. ー Muito obrigada, Sakura. ー E então seguiu para fora da enfermaria, sem esperar as demais meninas por simplesmente estar uma pilha de nervos.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Primrose Galloway em Sex Fev 24, 2017 7:17 pm

    Encarou a ruiva no momento que ela havia mencionado "um incomodo na mão esquerda", curiosa, afinal poderia ser a mesma coisa que atingiu a ela e as outras. Então sentiu a vibração do celular, pegando-o e encarando a resposta que Jessie havia mandado. Ficou levemente corada, afinal acabou escrevendo a mensagem com um pouco de pressa e nervosismo, e falou besteira. O retorno que recebeu a lhe deixou surpresa, afinal achou que a outra loira ignoraria o final da mensagem. Respondeu com um "foi mal, me exaltei". 

    Ouviu a sugestão da enfermeira, estranhando que ficava cada vez mais nervosa e esquisita, apesar de entender, afinal, não fazia muito tempo que quem estava surtando por causa de uma marca em sua mão, era ela. Sorriu em direção à Hannabel, largando um beijinho em sua testa, e se levantando, suspirando. 
    ... Vou aceitar a sugestão da enfermeira e ir atrás daquele homem. Vê se melhora, tá? ー disse, acabou formando uma pequena ligação com a garota, em um curto período de tempo. Andou até Sakura, agora pegando o nervosismo que vinha dela, e perguntou:
    Você tem alguma ideia de onde ele poderia estar? E a aparência dele, também, seria legal saber.


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Kokutou em Sex Fev 24, 2017 10:25 pm

    Sakura havia desaparecido totalmente daquele local, Primrose começa a sentir um choque em sua mente que a deixa totalmente paralisada, ela cai no chão sem conseguir dar nenhum movimento. 

    Desejas a morte ou a guerra? 


    Isso era algo que ecoava sobre a mente de Primrose, naquele momento ela poderia sentir um cheiro doce muito forte, suas narinas são afetadas com aquilo. Ela começa a apagar de pouco em pouco até que finalmente conseguiu dormir, sua cabeça ecoava por socorro, mas talvez poderia estar gritando por salvação. 
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Alastor Moody em Sex Fev 24, 2017 10:35 pm

              Empurrava a porta com tanta força que ela quase saia do lugar, o barulho ecoou pelo recinto no qual chamaria a atenção de todos os, porém se deparava com a garota no chão... Quase falou um palavrão com a cena, mal podia se deparar com uma garota em apuros e agora outra? Meu deus... Enfim, nesse momento saiu correndo para mais no interior. - Preciso de uma enfermeira! Urgente! - Gritou para que alguém pudesse ouvir e assim querer ajuda-la, pois, não tinha conhecimento necessário para ajuda-la, então, andava rápido procurando alguém, qualquer um e que esteja consciente.


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Hannabel Galloway em Sex Fev 24, 2017 10:40 pm

    A pequena Hannabel apenas assistia toda a situação em silêncio, apertando às vezes os braços em torno da loura, cumprimentando a ruiva e depois passando a apenas escutar de olhos fechados, sentindo o selar em sua testa e finalmente voltando a atenção a situação. Por fim, levantou-se da maca, observando Prim cair no chão. Arregalou os olhos, procurando ao redor e por final, correndo até ela, instintivamente checando se ela estava respirando e sua pulsação. 


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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Kokutou em Sex Fev 24, 2017 10:48 pm

    Hannabel poderia ver que estava tudo bem com a garota, ela estava respirando normalmente mas não poderia acordar de jeito nenhum. 

    Não tinha nenhuma enfermeira no local para socorrer a garota em que Alastor estava salvando, ela começou a tossir sangue ao ponto de jorrar um pouco nele, chegou a conseguir falar poucas palavras para o garoto. 

    - D-Desculpe... E-Eu sou uma inútil.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Chapéuzinho Vermelho em Sex Fev 24, 2017 11:46 pm

    Primrose agora se encontrava já caminhando em uma floresta. O caminho que ela estava era vazio, sua frente não havia nada, nem flores, nem grama, somente a terra. Nos cantos do caminho, era tudo preenchido por árvores, onde todas elas possuíam todo tipo de flor vermelha, de todos os continentes. O céu era claro, com pequenas nuvens que não cobriam nem menos da metade do céu.

    A garota sentiu que já estava naquele local faz tempo, mas a recém havia chegado no caminho que tinha sido pedido pra ela desde o início do sonho.

    Ela então continua a andar, totalmente emergida no sonho, totalmente inconsciente. A cada passo que ela dava era possível ouvir barulhos que provinham de algo que se movia entre arbustos. De repente, como num passo de dança, uma garota trajada em um vestido vermelho nobre, deslizou diante de Primrose. A loira encarava aquela recém chegada com um olhar ingênuo, sem entender o que estava acontecendo, mas tendo uma certeza: confiaria nesta pessoa.

    A garota vestida de vermelho então jogou seu braço para trás, convidando Primrose para entrar em uma casa totalmente de madeira, da qual não possuía nenhuma janela aparente. "Primeiro as damas" proferiu seus lábios que não saíram sons reais, mas que a garotinha ingênua pôde sentir em seu âmago o significado.

    Adentrando no local, sem ver, ouvir, nem mesmo sentir a trajada de vermelho fazer o mesmo, Primrose avistou uma longa mesa de madeira, preenchida com um banquete de carnes. Instintivamente ela andou até a última cadeira, a da ponta, a que chamava uma abstrata atenção. Ao sentar naquela cadeira, ela sentiu como se estivesse sendo apertada, mas não ligou, como se não quisesse incomodar a anfitriã. Quando esta pequena garotinha encostou suas mãos na mesa para pegar os talheres conseguiu ver a comida e, numa súbita fome, começou a engoli-la, assim também como o suco vermelho desconhecido que ali estava, ao lado do prato.

    Ao terminar todo o prato, lambendo-o para não deixar nada de fora, ela ergueu a cabeça e pôde notar duas coisas: a mulher trajada de vermelho na outra ponta; o banquete havia virado membros e órgãos de todos os tipos, braços, cabeças, fígados, corações: todos. A pequenina não comentou nada disso, mesmo estranhando. Tudo pelo mesmo motivo de antes.

    Ouviu-se um barulho da porta, duas batidas que representavam alguém visitando-as. Assim, a senhora trajada de vermelho abriu a porta. A cada ranger da porta, um robusto corpo cheio de pelo invadia o local. Loirinha não fazia nada além de assistir, como se fosse incapaz de alterar aquela situação. No fim, quando a porta encostou na parede, tudo que pôde ser visto foi uma enorme cabeça engolindo a pequena e velha cabeça da trajada de vermelho.

    Foi então que todo cenário mudou.

    A loirinha de laços vermelhos se encontrava numa sala escura. Não podia ver nada, apenas sentir. E o que ela sentia eram correntes. Correntes que passeavam pelo seu pescoço, punhos, tendões, seus seios pequenos e até mesmo uma que entrava em sua vagina e em seu ânus. A próxima coisa que sentiu, depois da dor de estar sendo pendurada por correntes, foi um expirar de narinas enormes que denunciaram que ela se encontrava totalmente nua. Ela sentiu o vento quente das narinas de um enorme cachorro passear por todos seu corpo e então voltar, como se as grandes narinas estivessem sentindo o cheiro de cada pequena parte da loirinha de laços vermelhos. A loirinha de laços vermelhos começou a sentir finas mãos e unhas passar pelo seu corpo, lugares nunca antes tocados. Enquanto esta fina mão deslizava pelo corpo, ela trazia uma corda, que espetava pelos fiapos que saíram e incomodavam pelo sua grande circunferência. Esta corda andou por partes estratégicas do corpo da loirinha de laços vermelhos. A grossa corda acentuava os seios da loirinha de laços vermelhos, circulando-os e forçando-os a saltarem, descia, então, pra cintura deixando o seu pequeno umbigo amostra, mas, formando um triangulo aonde encontrava sua vagina, como uma sinaleira de que era ali que entraria, por fim, subia novamente, passava pelas costas, descendo os ombros até formar uma espiral que terminava nas coxas; era possível também sentir os fiapos irritarem suas partes intimas.

    Então, o corpo da garota começou a voltar ao normal. Seu corpo que antes estava menor, agora crescia para seu estado anterior à casa. Seus peitos aumentavam, saltando ainda mais e incomodando pela corda não estar mais no tamanho adequado, o que pode ser sentido em todos os lugares, mas, principalmente nas coxas, onde a espiral ocupava um espaço maior e agora a irritação que esses fiapos faziam nas suas partes íntimas provinha-a um leve prazer que aumentava gradualmente.

    As luzes acenderam.

    Ela se viu em um lugar totalmente fechado, com armas de todos os tipos, cabeças penduradas de todos os tipos de animais, objetos de treinamento, objetos indecentes e o mais importante: Uma garota. Ela trajava um corselete e uma mini-saia de cores escuras, um leve tom de vermelho se encontrava em algumas partes também. Possuía uma meia-calça de rendas em uma perna, da qual havia uma bota vermelha e um pedaço de ferro, como uma armadura na canela; enquanto na outra perna havia uma parte de um espartilho, que terminava no mesmo tipo de bota, contudo, não havia uma caneleira de ferro e sim uma adaga presa em um pedaço de couro bem resistente. Já seus braços possuíam diversas partes de armaduras, couro, ferro, bronze, cobre, todas por cima de uma luva preta. Em sua cabeça havia um gorro personalizado, onde havia espaços para uma espécie de orelhas. Este gorro vermelho descia, transformando-se numa capa enorme e vermelha, onde, no final, havia pequenas falhas de rasgos. No meio da capa, havia um furo enorme por onde um corpo peludo e negro saía e, do seu fim, saía um enorme rabo peludo que havia uma leve degradê azul. Esta excêntrica pessoa sorria, como se fosse gostar do que estava por vir.

    E assim, o rabo balançava de um lado para o outro, a cada passo em que a excêntrica garota dava em direção à Primrose.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Primrose Galloway em Sab Fev 25, 2017 1:11 am

    A paralisia junto do cheiro, da voz, e da extrema vontade de gritar se uniram, transformando-se em um pavor excessivo, que desorientou lentamente a sua visão, algo a fez tentar procurar por algum lugar no qual se apoiar, em vão. Uma escuridão nublava seus olhos, junto com um monstruoso mal-estar, apagando a loira completamente. 

    Agora encontrava-se na floresta, caminhando e observando a vasta terra sem nada, onde a unica coisa diferente do solo que via eram árvores floridas e pequenininhas nuvens no céu, que quase passavam despercebidas. O enjoo que sentiu antes de desmaiar havia passado, mas tornava-se... cansada? Entediada. Sentia-se entediada pelo extenso e inacabável caminho, estava seguindo-o por um bom tempo. Repentinamente - e para sua possível alegria - surgia uma garota trajando um lindo vestido vermelho, convidando-a para entrar em uma casinha deplorável, sem janelas. Seguiu na frente, inconscientemente aceitando as palavras que não saiam da boca da outra garota. 

    Aceitava o rumo do devaneio, sentando-se onde lhe era proporcionado a sentar, comendo o que lhe era oferecido para comer, mesmo estranhando toda aquela situação. Um leve pavor lhe atingiu no exato momento que a comida tornava-se órgãos, e o mesmo crescia cada vez mais a cada ranger da porta, que possibilitava a invasão de um corpo monstruosamente peludo ao local, que procedeu, engolindo a cabeça da mulher trajada de vermelho. 

    Tudo tornava-se escuro, então, e seu pavor mudava de sentido, agora tentando entender a onde estava. Sentia as correntes percorrendo cada canto de seu corpo, invadindo até mesmo os mais íntimos. Contraiu-se, reconhecendo o lugar que o metal tocava e a dor que lhe causava, assim como a situação na qual se encontrava. Sua respiração tornava-se cada vez mais pesada, e tornou-se mais rápida no momento que sentiu as narinas passearem por sua volta. E então, de surpresa, sentia mãos finas e, até onde conseguia sentir, delicadas, vagarem pelos lugares aos quais ela não havia deixado ninguém vagar, levando consigo uma corda que a apertava e a fincava, o que espontaneamente a forçou a soltar alguns sons, que acentuavam-se até formar baixos gemidos pelo estimulo que recebia nos seios. Começava a ficar nervosa, impaciente e levemente apavorada, com o movimentar das mãos e do trajeto que as cordas seguiam, além do prazer que começava a se intensificar.

    Subitamente, estava fora das correntes e cordas, agora em um lugar aceso, mas também fechado. Observava as armas e objetos ali pendurados, corando ao notar os mais indecentes, até surpreender-se com a presença da garota. Tinha uma beleza exótica, ainda mais o estilo de se vestir. Corava um pouco mais, agora com um leve sentimento de segurança, que se dissimulava no momento que a encapuzada sorria e se aproximava, fazendo com que Prim instintivamente se movimentasse para trás, mas ainda encarando a garota. Tinha a impressão de que as correntes poderiam acontecer de novo.

    E agora, de volta à enfermaria, a loira acordou de solavanco, sentando-se no chão e com os olhos mais abertos do que nunca, que encaravam um ponto aleatório até sentir uma leve mudança no seu estado, movendo-os para entre suas pernas, colocando ambas as mãos entre elas e fechando-as com força, quase tornando-se uma bola no chão. Sua respiração estava rápida e pesada, não sabia se era pela segunda parte do sonho ou pela última. Poderia ser pelas duas. Abaixou a cabeça, tentando se recompor e normalizar cada respirada, agora mais nervosa do que nunca.
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Kokutou em Sab Fev 25, 2017 8:05 pm

    Primrose acordava depois daquele sonho que aparentava ser muito real, vozes ainda ecoavam sobre sua mente se aquilo poderia ser verdade ou não. Ela poderia notar que a marca em sua mão mudou, havia sumido um selo. 

    -- 

    A garota que estava nos braços de Alastor começou a passar mais mal do que já estava, sua pulsação e respiração não estavam nada bem. Parecia ter algo em sua garganta, alguém acabou engolindo alguma coisa que não deveria, o volume chegava a deformar um pouco sua garganta. 

    Alastor começava a sentir muito sono ao ponto de não conseguir agarrar a garota em seus braços, a tontura excessiva afetava sua mente, até que seus movimentos começavam a ser perdidos de pouco em pouco. 

    - Ei! Você gostaria de servir? A morte é bem legal com as pessoas. 

    Logo então ele apagava, caindo no chão sem expressão, o sono profundo estava começando. 
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    Re: Sala da Enfermaria

    Mensagem por Servant of Pride em Sab Fev 25, 2017 9:34 pm



    '' Then, --------- of men, comes ------, followed by his friends. He’s striking, charismatic, his powerful arms bare, his chest covered not in armour but a commoner’s leather shirt, and unlike the heavy knights on their armoured horses, ------ rides a swift horse, like he was born on it ''


    A unica certeza naquele momento, era um cenário que para Alastor seria algo único e totalmente desconhecido: Uma imensa planice, com varias nuvens sob o céu para esconder a luz do sol e até mesmo ameaçava uma tempestade naquele campo aberto. O magi certamente poderia avistar que ao centro daquele imenso campo, havia uma imensa espada cravada no solo e logo atrás um imenso exercito que a admirava e gritavam pelo nome do suposto herói que os exaltavam: ------ ! -------- ! E repetiam varias vezes enquanto marchavam em direção daquela espada. Na cabeça de Alastor, podia-se se ouvir apenas uma unica voz - Aparentemente Masculina.- que o chamava e era bastante evidente de que tal voz vinha em direção a lamina que estava cravada no chão.

    Quem é você . . . ? O que você deseja de mim ?!

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    Re: Sala da Enfermaria

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      Data/hora atual: Qui Dez 14, 2017 2:11 am